Congresso recebe iluminação branca em alerta para prevenção ao câncer de pulmão

A adoção de políticas específicas de combate à doença reduziu

o número de fumantes em 300 milhões nos últimos 15 anos

Em apoio à campanha de conscientização sobre o câncer de pulmão, o Congresso Nacional ficará iluminado de branco, entre hoje e domingo (20). De acordo com estimativa de 2023 do Instituto Nacional de Câncer (Inca), esse tipo de tumor é o primeiro em mortalidade entre homens e o segundo entre mulheres.

A doença, que no final do século XX se tornou uma das principais causas de morte evitáveis, tem como importantes fatores de risco o tabagismo e a exposição passiva ao tabaco, responsáveis por cerca de 85% dos casos diagnosticados.

Outro fator de importância está relacionado à exposição a agentes carcinogênicos, como asbesto, arsênico, berílio e cádmio. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que 17% a 29% dos casos de câncer de pulmão estejam relacionados à exposição ocupacional. O risco está ligado ao tempo de exposição, ambiente de trabalho e fatores genéticos.

A taxa de incidência da doença vem diminuindo desde meados da década de 1980 entre homens, e desde meados dos anos 2000 entre as mulheres. Esse intervalo deve-se aos diferentes padrões de adesão e abandono dos hábitos do tabagismo nos dois gêneros.

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 71% da população mundial estão protegidos por algum tipo de medida contra o tabaco. A organização diz que a adoção de políticas específicas sobre o assunto reduziu o número de fumantes em 300 milhões nos últimos 15 anos. No Brasil, o SUS oferece tratamento gratuito contra tabagismo e dependência de nicotina por meio do Programa Nacional de Controle do Tabagismo (PNCT).

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