Nova versão do esporte mais praticado do mundo poderá ser vista em celulares

Mais nova versão do futebol, o chamado “futebol extremo” vai chegar aos celulares dos brasileiros por meio de uma parceria acertada durante o Festival de Futebol Soccerex, que acontece neste fim de semana (26 e 27) entre os postos 2 e 3 da Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro.

Os dirigentes da Federação Carioca de Futebol Extremo, Fernando Pitt e Pedro Henrique Alcântara, assinaram contrato com a Mowa Sports neste sábado (26). O acordo prevê a produção de aplicativos de caráter informativo sobre o esporte para veiculação em telefones celulares. “A verdadeira inclusão digital se dá através dos celulares”, destacou Alfredo Correia, diretor-presidente da Mowa Sports.

“Atualmente existem 220 milhões de linhas ativas no Brasil. Isso é mais do que o número de habitantes do país. O primeiro acesso dos jovens, principalmente, à internet é pelo celular. É mais barato e democrático. Daí a importância em expandir o acesso aos aplicativos para esta plataforma. Uma das funções da Soccerex é justamente propiciar oportunidades como essa, de conhecer pessoas e projetos, e de fazer negócios”, completou o executivo. Entre outros projetos, a Mowa desenvolve serviços de aplicativos para celulares para a CBF e as equipes Vivo-Minas (vôlei) e Vivo-Franca (basquete).

Um novo esporte – A receita do futebol extremo é justamente essa: levar ao extremo os lances mais emocionantes do futebol tradicional. As regras são simples: “Uma partida é composta por duas equipes de três jogadores. Vence aquele jogador que acumular mais pontos individualmente”, diz Fernando Pitt, um dos atletas pioneiros da modalidade. “Ao contrário do futebol normal, o gol é o que vale menos pontos: somente um, que é distribuído para toda a equipe. Valem mais os lances de habilidade pura: um drible comum vale dois pontos para o jogador que o aplicou, um drible aéreo (fazendo uma embaixadinha, por exemplo), soma três pontos. O chapéu (ou balão) e a caneta, valem quatro. Usamos dois árbitros, em uma quadra de grama sintética com as mesmas medidas de uma quadra de futebol de salão”, explicou Pitt.

Os dirigentes agora pretendem investir no surgimento de novos talentos. “A ideia é fazer parcerias com os governos e buscar atletas nas comunidades, como as UPPs”, explica Pedro Henrique Alcântara. Mais detalhes no site www.mowa.com.br.

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