Neste ano será lançado edital de licitação para a instalação de 13 EBTs (Escritórios Brasileiros de Turismo)

Reabertura dos Escritórios Brasileiros de Turismo:

Em 2012, será lançado edital de licitação para a instalação de 13 EBTs (Escritórios Brasileiros de Turismo). Serão três nos Estados Unidos, dois na América do Sul, um na Ásia, e os demais nos principais mercados emissores de turistas europeus.

Os EBTs funcionarão como unidades avançadas de promoção, marketing e divulgação de produtos e destinos turísticos brasileiros no mercado internacional. As atividades dos EBTs estarão focadas na parceria e no relacionamento com os principais agentes econômicos responsáveis pela emissão de turistas em cada país.

De acordo com Flávio Dino, “o principal objetivo é promover e anunciar o turismo brasileiro nos mercados específicos, além de oferecer alternativas que contribuam para a consolidação da imagem do Brasil como um atrativo e competitivo destino turístico”.

APOIO A VÔOS FRETADOS

Para incentivar o aumento da malha aérea internacional, a Embratur lançou um programa de apoio a captação de novos vôos charter para o Brasil. O edital, a ser liberado em janeiro, vai disponibilizar R$ 8 milhões às secretarias de turismo para ações de incentivo a atração de novos vôos.

Para empregar o valor oferecido, as secretarias poderão utilizar ferramentas de promoção internacional como, publicidade, viagens de familiarização com operadores tendo como destino o estado, press trip com jornalistas de veículos internacionais, eventos e treinamento de operadores de turismo e agentes de viagens.

Os estados deverão apresentar suas propostas até 15 de fevereiro e todos os projetos serão submetidos a análise da Embratur. Os critérios a serem atendidos são o tempo de operação do voo, principalmente os que se mantenham por períodos mais prolongados e que alcancem a baixa temporada, e a preferência por mercados de longa distância, com 12 a 18 horas de viagem. Os destinos brasileiros sem acesso direto ou com baixa concentração de vôos e que possuam aeroportos internacionais com capacidade operacional ociosa também serão itens avaliados. Mais um detalhe: os planos que apresentarem maior custo beneficio de promoção terão prioridade.

“Queremos estimular a diversificação de portões de entrada, facilitando o acesso aos estados que não contam com muitas opções de vôos, além de estimular a criação de vôos que partam de novos mercados”, afirma Flávio Dino, presidente do Instituto.

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