Da Falcoaria Real a Golegã, descobrindo o Ribatejo

Nunca imaginei que fosse conhecer uma região tão bonita em Portugal. Em minha viagem em fevereiro deste ano , fiquei por um mês em terras lusitanas, me descobrindo e conhecendo novos lugares. E assim conheci a convite da CEO da Atjuditetours, Judite Gregório, a região do Ribatejo num press trip muito especial, exclusivo só para mim. O ar puro, um lugar especial em Portugal para conhecer.
No dia 19 de fevereiro, pela manhã conheci Almeirim, um lindo lugar bem tranquilo. E depois fui conhecer a Falcoaria Real de Salvaterra de Magos. Do lado de fora, uma casa bonita, mas por dentro algo fantástico como nunca havia visto antes. Cerca de 30 aves estão expostas. Um cenário fascinante .A Falcoaria foi uma atividade praticada por nobres, ou seja pela elite de Portugal durante anos. Em Portugal, esta prática foi classificada Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO em 01 de Dezembro de 2016. O mais interessante foi assistir um vôo de uma das aves, feito tudo sob a coordenação de uma profissional . Com os dois tipos de voo, dos falcões e das águias, as pessoas percebem a interação entre as aves e o falcoeiro e como se realiza o treino de uma ave.Foi perfeito!
A Falcoaria consiste na utilização de aves de presas treinadas para a caça de animais selvagens no seu ambiente natural. Para isso o falcoeiro tem de munir-se de conhecimentos específicos sobre as aves de presa, o seu treino, sobre as espécies a capturar e seus habitats. O falcoeiro deve usar a sua sensibilidade e os conhecimentos desenvolvidos pela Falcoaria, ao longo de séculos, para treinar a ave de presa e a manter em excelentes condições. Isto envolve cuidar da sua saúde e melhorar continuamente a sua condição física. Depois do processo de treino, falcoeiro e ave de presa, forjam uma parceria única. No ambiente natural das suas presas esta parceria procura vencer as estratégias naturais de fuga da presa para conseguir a sua captura. O valor mais elevado nesta demanda é o da beleza do lance de caça e não a da captura da presa.GaleriaArraste imagens, envie novas ou selecione as da sua biblioteca.EnviarBiblioteca de mídia

“GALÃO” NO pequeno almoço
No dia 20 de fevereiro, eu e Judite seguimos para o nosso tradicional pequeno almoço, o famoso café da manhã numa pastelaria da Vila de Alpiarça. E eu sempre pedia o “Galão”, que era um pão com manteiga e um copo grande de leite com café, aliás um dos melhores que ja tomei. Adorei !.. E o jantar na hamburgueria da baixa, cada delicia, só experimentando quem for visitar a região.

MARCHANTA EQUESTRIAN
Neste dia seguimos a estrada e fomos visitar a Marchanta Equestrian, um centro equestre com hospedagem com café da manhã. Um lugar que oferece uma opção única para férias, para um final de semana de equitação com hotel às margens do Ribatejo, em Portugal. Passeios de férias e programas para ciclistas, desde iniciantes até o Grand Prix, com aulas de adestramento aclamado internacionalmente, treinador de equitação e juiz Nuno Baptista. As atrações próximas incluem vela, observação de pássaros, pesca esportiva, ciclismo, golfe, caminhadas, degustação de vinhos e outras atividades locais. Amei o local !


ALMOÇO NO RESTAURANTE RÉDEA CURTA
Seguimos para a Vila de Golegã, e fomos almoçar no restaurante Rédea Curta, um local bem agradável, bem no estilo do cavalo, toda a decoração do ambiente com quadros e objetos que refletem a capital do cavalo. O proprietário, Tiago Oliveira, um jovem educado e gentil, que logo nos recebeu. Na entrada o tradicional pão português com azeite e pastas, e nada melhor como um bom vinho. No almoço ,eu optei pela carne de vaca com ovo, batata frita e arroz, estava tudo uma delicia. A sobremesa deliciosa e no fim para digestão,o famoso licor tipico, o “Abafadinho”, adorei. Recomendo quem for a Golegã, escolhe o restaurante Rédea Curta.

Golegã , a capital do cavalo
A Golegã é uma vila portuguesa no Ribatejo, pertencente ao Distrito de Santarém, com cerca de 3 700 habitantes, famosa pela Feira Nacional do Cavalo, que ocorre anualmente durante o mês de novembro. Lá visitei a Coudelaria Rita Cotrim, acompanhada do diretor Luis Miguel Cotrim e sua filha, Rita Cotrim, fizemos um passeio de carro à cavalo, conhecemos a reserva natural Paul do Boquilobo , a quinta dos Álamos, um paraiso para quem gosta do turismo equestre. E foi apenas uma degustação, para voltar lá!. E voltarei!.

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