Setor de buggy comemora demanda recorde

Um dos principais cartões postais do Rio Grande do Norte, o setor de buggy celebrou neste último fim de semana um momento há muito esperado: toda a oferta de serviço de passeios foi preenchida durante a sexta e o sábado. Uma demanda inédita há pelo menos oito anos, segundo o Sindicato de Bugueiros.

“É um fato realmente emblemático para nosso turismo já que o passeio de buggy é uma oferta procurada por turistas. E ainda estamos no período considerado baixa temporada. Isso reflete nosso trabalho de promoção e divulgação dos nossos destinos”, destacou o secretário estadual de Turismo, Ruy Gaspar.

Para o presidente do Sindibuggy, Luiz Thiago Manoel, a categoria tem comemorado o momento pelo qual o turismo do Estado passa. “Tivemos um fim de semana de muito trabalho onde faltaram buggys para atender toda a procura. Só temos a agradecer ao trabalho desenvolvido pelo Governo do Estado, através da Setur RN e da Emprotur, em especial ao secretário Ruy”, ressaltou.

Hoje há 723 bugueiros cadastrados na Setur RN, distribuídos em Natal, Extremoz, Tibau do Sul e Baía Formosa, com passeios regulamentados pela lei especial 8.817, de 29 de março de 2006.

Nos últimos eventos do Feirão da Flytour, a Setur RN e a Emprotur idealizaram levar um buggy para o estande do Governo do RN, onde o visitante tinha a oportunidade de fazer um passeio pelas dunas em cima do veículo, em um filme exibido em um óculos eletrônico. A ideia chamou a atenção no evento e o estande do Estado potiguar foi um dos mais visitados.

Histórico

Os primeiros passeios de buggy surgiram no Rio Grande do Norte no início dos anos 80, utilizando veículos desenvolvidos e adaptados para transitar em terrenos arenosos, com capacidade para quatro pessoas, compostos por uma carroceria de fibra de vidro, tração nas rodas traseiras, dando condição ao automóvel de realizar passeios por praias e dunas.

Durante dois anos esses passeios foram realizados de forma esporádica. Apenas em meados de 1983, o passeio de buggy passou a ter maior visibilidade. Na época em nenhum outro Estado existiam esses passeios.

Diante do crescimento substancial do serviço, em 1988 o Estado passou a intervir na atividade, com o intuito de estabelecer critérios para o seu exercício. Para tanto, foi criado um processo seletivo, um curso e instituída uma credencial emitida pela Secretaria de Turismo para aqueles que participassem e fossem aprovados, servindo de referência para os turistas.

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