Infraero tem a maioria dos aeroportos apontados como os melhores pelos passageiros

Mais uma vez, os aeroportos administrados pela Infraero foram considerados bons ou muito bons pelos passageiros no final de 2017, de acordo com a pesquisa de percepção dos passageiros no 4º trimestre, divulgada pelo Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil nesta terça-feira (30/1). O destaque foi para o Aeroporto Internacional de Curitiba/São José dos Pinhais – Afonso Pena, apontado como o melhor entre os 15 aeroportos avaliados. O terminal detém ainda o título de melhor do Brasil em 2016.

O aeroporto da região metropolitana de Curitiba ficou com a nota 4,77, a maior entre todos os avaliados. Em segundo lugar veio o Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas, com 4,76, seguido por Confins (4,48), Natal (4,48), Santos Dumont (4,43), Guarulhos (4,43), Manaus (4,39), Brasília (4,34), Fortaleza (4,31), Recife (4,29), Porto Alegre (4,28), Congonhas (4,22), Cuiabá (4,14), Galeão (4,11) e Salvador (3,91). Desses 15, seis são operados pela Infraero (Afonso Pena, Santos Dumont, Eduardo Gomes, Gilberto Freyre, Marechal Rondon e Congonhas) e três estavam sob gestão da empresa até o fechamento da pesquisa (Salgado Filho, Pinto Martins e Luís Eduardo Magalhães).

O desempenho com nota superior a quatro mostra que os terminais administrados pela Infraero estão cima da meta definida pela Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias (Conaero). “A Infraero é uma empresa com mais de 40 anos de experiência e demonstra, mais uma vez, que tem capacidade de operar aeroportos de diversos perfis, sempre com qualidade e com o reconhecimento do passageiro, que é um dos nossos principais clientes e que tem capacidade de comparar as gestões dos terminais”, avalia o presidente da empresa, Antônio Claret de Oliveira.

Disputa

Dos 37 indicadores, o Aeroporto de Curitiba ficou à frente do Aeroporto de Viracopos em 19, com destaque para a liderança em quesitos como limpeza geral e de banheiros, quantidade, qualidade e custo-benefício de lojas e restaurantes, tempos de fila no check-in, emigração e aduana, integridade da bagagem e velocidade na devolução, sinalização, oferta de assentos no embarque e custo-benefício do estacionamento.

A liderança do Afonso Pena com um centésimo de diferença para Viracopos mostra o quanto a disputa foi intensa. “A Infraero tem plenas condições de oferecer a melhor estrutura e capacidade de atendimento aos seus clientes. Somos melhor aeroporto do Brasil na premiação geral e desta vez ficamos à frente de um terminal que foi o melhor no terceiro trimestre de 2017”, analisa o superintendente do Aeroporto Internacional de Curitiba, Filipe Barcellos.

Nos indicadores de processos aeroportuários, o Aeroporto de Curitiba foi o melhor em 11 dos 14 itens avaliados, com destaque para os menores tempos de check-in doméstico e internacional, inspeção doméstica, embarque internacional, restituição da primeira e última bagagens nos voos domésticos e internacionais, além das filas mais ágeis na emigração e aduada (bens a declarar e nada a declarar).

Agora, a principal meta da Infraero é levar as melhores práticas apontadas na pesquisa a toda a sua rede de aeroportos. “Cada localidade tem sua característica, mas a principal meta é ter o reconhecimento dos passageiros no máximo de etapas possível”, afirma o diretor de Operações, João Márcio Jordão.

Ao todo, a pesquisa ouviu 13,9 mil passageiros nos 15 aeroportos avaliados, sendo que a média de satisfação geral foi de 4,35, com 91% de avaliações positivas.

Novos aeroportos

A pesquisa do quatro trimestre trouxe ainda a avaliação para os aeroportos de Goiânia, Belém Vitória, Florianópolis e Maceió. Avaliados entre novembro e dezembro, quando todos estavam sob gestão da Infraero, o Aeroporto Zumbi dos Palmares liderou a pesquisa, com 4,28. Na segunda posição ficou Goiânia, com 4,21 e em terceiro lugar, Belém, com 4,01, todos com nota acima da meta de quatro pontos definida pelo Governo Federal. O quarto lugar ficou com Vitória (3,85) e a quinta posição com Florianópolis (3,51). Nesta pesquisa, a Secretaria Nacional de Aviação Civil entrevistou 4,8 mil passageiros.

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